Equilíbrio e Saúde > Neurologistas alertam para falta de evidências sobre ação da polilaminina em lesão medular Voltar
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A imprensa divulga em busca de audiência e a mesma imprensa execra também em busca de audiência. Deixem a doutora em paz e a ciência seguir seu curso.
Depois de condenado a uma paralisia total ou uma doença incurável aceito qualquer risco ,não estou dizendo que seja este o caso , mas o que tenho a perder , passar o resto da minha vida como um fardo , a espera da morte, eu dispenso esta vida e se tiver algo mesmo que sem chance cederia meu corpo para teste pois pode abrir caminho para uma cura ,nao quero este tipo de vida é não é por desespero mas por racionalidade.
Acho que temos associação médicas demais e uma anvisa pouco disposta fazer qualquer coisa onde possa haver o menor risco de ela suja seu nome de agência de referência, acho melhor as pessoas que tiverem algum dano na medula óssea pedir em juÃzo a aplicação se der errado o pior que pode acontecer e morrer mas de qualquer forma já esta morto.
Palavras de Miguel Nicolelis, médico e neurocientista: “Lesão medular aguda tem uma taxa altÃssima de recuperação espontânea, sem você fazer nada. Então você não pode dizer absolutamente nada sobre um tratamento sem fazer um estudo clÃnico completo. Eu não abro minha boca até ver os dados publicados de um estudo dessa maneira.”
Será que essas outras entidades não estão com ciúmes do sucesso da cientista da UFRJ? Parece uma torcida contra.
O problema é que de qualquer jeito está patente está perdida, pois uma substância à s vezes pode ter utilidades diferentes daquelas das quais foi pensada em princÃpio.
CFM, CRM, associações brasileiras de harmonizaçoes pregas, de caras e similares náo sáo confiáveis, sáo polÃticas e comerciais, atendem os grandes laboratórios.. Qualquer esforço de desenvolvimento assume que vai haver falhas e correções; é uma escada: sobe dois, desce um, ou à s vezes desce três; o que não pode nunca é desistir. A ciência não é lugar de associações e a bióloga tem todos os aplausos dos que procuram uma solução. Esqueçam estas associações: o último da fila é o paciente.
Compreendo os que lembram que ainda é um medicamento potencial, em fase de pesquisa, que ainda pode demorar anos pra ser regulamentado. Agora, se coloquem no lugar. Vc sofreu uma acidente, perdeu quase todos os movimentos voluntários e sabe que falaram que existe uma forma de ajuda que pode funcionar se for usado em vc em até 48h após o acidente? Vc pensaria, a não,ainda é experimental? Não né gente!
O que está debaixo, o nome disto é esperança, e não por um milagre: é um esforço num caminho de tentativas e erros. Se temos este caminho, vamos tentar. Parabéns à cientista bióloga.
Desculpe o excesso de sinceridade, mas o nome disso é desespero.
Como a gripezinha. Vamos usar geral o medicamento brazuca. Ninguem vai virar jacaré.
Vão matar a pesquisa de 30 anos, como fizeram com a Fosfoetalonamina, que hoje só é fabricada no exterior? É inacreditável o esforço de instituições para barrar inovações que ameace setores que lucram com as doenças. Que tal voltar a pesquisar os benefÃcios da água oxigenada, que não tem patentes e salvou inúmeras vidas na primeira guerra mundial?
A fosfoetanolamina não é uma substância aprovada para o tratamento do câncer no Brasil. Seu uso é arriscado e pode interferir negativamente nos tratamentos estabelecidos.
Esse caso é semelhante à "pÃlula do câncer" (fosfoetalonamina). É um equÃvoco acreditar em tratamento eficaz para quadros complexos sem estudos rigorosos. A experiência de décadas ensina que não cabe a pergunta "por que não?" nesses casos. Resultados benéficos inequÃvocos para situações graves, quando existem, são trabalhosos e de difÃcil alcance.
Quando o Bozo pregava os milagres da cloroquina não vi os médicos tão empenhados em cobrar pesquisas cientÃficas.
Ta cheio de medicamento neurológico sendo usado por esses profissionais sem nenhum rigor cientÃfico, alguns até bastante questionáveis. Mas a polilaminina não vai pagar fim de semana em resort de luxo né?
A ausência de estudos clÃnicos controlados não é um detalhe burocrático — é justamente o que diferencia hipótese de evidência. Substâncias podem ter plausibilidade biológica ou resultados preliminares interessantes, mas sem ensaios clÃnicos randomizados e revisados por pares não é possÃvel afirmar eficácia terapêutica. Sociedades cientÃficas costumam alertar exatamente sobre isso: não se trata de negar potencial, mas de exigir evidência robusta antes de recomendar uso clÃnico.
A cientista está fazendo a parte dela que è testar e já obteve relativo sucesso . Que essas entidades também testem também. Mas parecem que querem jogar uma ducha de água fria na nossa pesquisa
Quais os tratamentos com evidencia cientÃficas robustas que os neurologistas vem usando para casos como os de lesões medulares e outros de outra ordem? Ora me façam o favor né
Diante dos diversos casos de pessoas com lesão medular que vem conseguindo recuperar movimentos que a medicina considerava irrecuperáveis, esse alerta dos neurologistas chega a ser uma afronta.
Torcida contra? ou.....
pra quem é tetraplegico...não há o que não se queira fazer... deviam levar isso em conta...
Ó paciente não importa é o lucro
Tambem não tinha " evidencias cientificas' sobre a hidroxi cloroquina. e a azitromicina no tratamento da covid. mas varias pessoa se salvaram com essas drogas. que ajudavam sim conforme o nivel da infecção..mas a mafia dos laboratorios...sa
Pena que as emas rejeitaram...
Até aqui neste assunto tem bozolino me poupe
A avaliação cientÃfica não se baseia em relatos individuais, mas em ensaios clÃnicos controlados e randomizados. Estudos de grande escala mostraram que a cloroquina não reduziu mortalidade, nem internações, nem acelerou a recuperação da COVID-19. A evidência disponÃvel indica ausência de benefÃcio clÃnico e risco de efeitos adversos, especialmente cardÃacos.
Assim como alguns pacientes com trauma raquimedular podem ter alguma melhora expontânea e/ou com ajuda da reabilitação adequada, o mesmo aconteceu com a hidroxicloroquina e azatioprina na COVID! Após INÚMERAS revisões cientÃficas ficou COMPROVADO que nem a hidroxicloquina e nem a azatioprina tem eficácia contra qualquer doença viral, tipo COVID! Só buscar literatura cientÃfica, NÃO FAKE!
Você está equivocado. A ciência não funciona por relatos isolados ou percepções individuais, mas por ensaios clÃnicos controlados, randomizados e revisados por pares. Quando esses estudos foram realizados em larga escala, mostraram de forma consistente que a cloroquina não reduz mortalidade, não diminui internações e não acelera a recuperação da COVID-19. A melhor evidência disponÃvel hoje indica ausência de benefÃcio e risco de efeitos adversos, especialmente cardÃacos.
Comparar com cloroquina foi o ataque mais pesado que vi contra a polilaminina. Mas acho que vc pode sem querer ter feito uma comparação assertiva.
Na boa, tá rolando uma hype danada e os testes ainda estão na fase 1, ou seja, não se sabe nem se o produto sequer é seguro ainda, quem dirá se fará os lesionados voltarem a ter movimentos. Cuidado... Tá rolando muito blá blá blá em rede social. Leiam este texto aqui da Folha com calma, pois é a melhor coisa que li sobre este tema em meses. Fica a dica.
Há que se ter cautela, mas o desespero de quem acaba de sofrer uma lesão que poderá ser permanente e mudar completamente a sua vida é compreensÃvel. E um juiz não tem como negar esse direito ao cidadão. E aÃ??? Minha torcida é para q a polilaminina não nos decepcione.
Fato*
Não tem como negar? O juiz não deve nem autorizar sem saber de fatos os riscos!!
Quando leio uma sociedade médica se manifestando já, quase contrária a grande descoberta, aà mora um fato, a competente pesquisadora não é médica, talvez se fosse não ficaria querendo ensina-la os protocolos para a introdução de um novo fármaco na terapêutica. Aliás, se estivesse por traz uma companhia farmacêutica estrangeira estariam metendo bedelho?
Estão com dor de cotovelo estes caras! É que nenhum deles está tetraplégico. Os laboratórios estão juntos. Parece que a Tatiana perdeu o prazo para patente internacional pela demora do INPI aprovar a patente. O INPI só concede patente na área da saúde se a ANIVSA aprovar.
Lobby dos laboratórios! Na gripezinha, tinham controle e forçaram vacinação em massa sem os devidos testes, com contrato de fornecimento sem responsabilidade!
Mas acho q todo mundo sabe disso. Sempre q vejo a dra. Tatiana se manifestar sobre o caso, ela é muito clara. Ainda está em fase de testes e que é muito cedo pra dizermos se será efetivo em todos os casos. Aliás ela tá fazendo o q deve ser feito, seguindo protocolo. O fato das pessoas estarem celebrando é pq estão animados com a descoberta q é promissora, normal. E muitas estão entrando na justiça pq justamente sabem q não se aplicam em casos crônicos. Vao esperar ficar crônicos?
Já assistimos esse filme! O motivo é dinheiro e fama! A carência de verbas para pesquisas leva o pesquisador sério a coneter esse tipo de suicÃdio! É uma covardia que Sampaio está fazendo com a equipe!
Que covardia, cara-palida? Ta falando groselha.
... suspeita-se que estas associações vivem de doentes activos, doênças vivas! Se decrepente aparece uma curaceficaz e eficiente e Segura acaba com a fonte de abastecimento de ouro destas ratarias-medicinas! Ratarias peligrosas!!! Estas ratarias querem é implementar e manter o chaos vivo!!!
Há inúmeros interesses nestas questões. Nem todas moralmente corretas. Mas ao invés de criticar, que tal organizar é colaborar? Há uma substância promissora, e inúmeras pessoas dispostas a participar dos testes. Mas falta capital para financiar o estudo. Organizem a colaboração!
Faltam capital financeiro e também humano.
A comunidade cientÃfica é que nem São Tomé, só acredita vendo, e vendo no artigo cientÃfico, que é a forma convencional de comunicação cientÃfica, onde são registrados o método, as amostras, os resultados, para que fique sob escrutÃnio dessa comunidade. Por mais que os pesquisadores e a farmacêutica envolvidos na pesquisa e tratamento se sintam seguros, a comunidade só se sentirá segura diante dos dados apresentados em artigo cientÃfico revisado por pares.
Qual seria a postura destes mesmos Neurologistas se algum ente querido ou eles mesmos sofressem um trauma na cervical e não movimentassem mais nada do pescoço para baixo?
Infelizmente tem algo muito estranho na postura desta bióloga.
Olha, nao notei nada de estranho. Já ouvi 2 entrevistas dela, inclusive a resposta dela do motivo das lesoes medulares nao terem até hj um tratamento é bem interessante.
É sempre assim, começa esse blá blá blá de rigor cientÃfico, depois o negócio some de circulação e ninguém mais ouve falar
E o cara que era tetraplégico e entrou andando no programa do gentile ? Milagre
É algo a ser acelerado, receber dinheiro para as fases serem efetivas e iniciarem. Mas se já apresentaram exemplos de cura, não tem que enrolar. Falta de evidencias tinha a cloroquina e ivermectina e liberaram deixando o medico decidir. estranho.
Até no meio cientÃfico tem inveja. Queria saber se essas entidades tiveram o mesmo rigor com as canetas emagrecedoras?
faz sentido
Não faz sentido.
Ciência boa e segura, só é feita assim com protocolos e testes. Agora vai dizer para um cidadão que só consegue mexer a lÃngua e a cabeça que é para ele ficar calmo, que daqui a uns 10 anos talvez exista uma cura para ele não ter que usar cateter urinário. Tipo vc é feliz e não sabe e vai continuar sem saber mas eu tenho certeza que vc. é. Vai fazer alguma diferença se o cara morrer de gripe por causa da vacina ou ficar 10 anos só mexendo a cabeça?
Sim, o cara sofreu um acidente ontem. A familia ouve q ele nunca mais vai mexer do pescoço para baixo. Eu entraria na justiça, tu entrarias, ele entraria, etc etc
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