Hélio Schwartsman > Ciência não é natural em humanos Voltar

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  1. Paulo Silva Barbosa

    Contrariando a afirmação do autor da matéria, a ciência funciona, caso não houvesse pesquisas, a maioria da população não teria sobrevivido às grandes pandemias e o mundo estaria em um patamar muito mais atrasado que os dias atuais.

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  2. Nerisvaldo José Santos

    Texto sobre óbvio e o lógico.

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  3. Orasil coelho pina

    Muito fácil de comprovar: O médico neurologista confirma o diagnóstico do cliente, que atualmente não tem tratamento, a pesquisadora usa o medicamento proposto e os pacientes são observados, se resolveu ou não! OrasilParnaíba!

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  4. RAULAND BORBA BATISTA

    IA, veio para organizar esse meio campo e dar nome aos bois. IA em síntese é estatística avançada que simula forma de raciocínio. Extrapolando para política, nossos políticos e eleitores não aplicação estatística avançada muito menos raciocínio (promt). Nossos políticos e eleitores são obtusos adotam discurso extremistas , comportamento asqueroso ou imitam ideologia .

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  5. Alan Moacir Ferraz

    Hélio sempre profundo em suas observações.

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  6. Paulo César de Oliveira

    Helio está certo; estudo duplo cego com grupo controle é o padrão ouro. Entretanto, se fizer a polilaminina em um grupo grande de pacientes e comparar com um grupo grande de pacientes que não recebeu, também dá para tirar conclusões seguras. A penicilina começou a ser usada sem esse tipo de estudo rigoroso mas estava claro que funcionava porque havia menos mortes por infecção entre os pacientes que recebiam a medicaçao.

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  7. Emilio Bazzani

    Nem a vacina da gripezinha foi testada com esse rigor. Haja vista que os laboratorios tinham contrato de nao-responsabilidade de efeitos colaterais. Que usem o remedio brazuca geral para salavar/melhorar vidas, contra os lobbies médicos e de laboratórios.

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    1. Paulo Silva Barbosa

      Toma seu chá da vovó e fique feliz!

    2. Claudio Gomes

      Haja ignorância. Logico que foi testado, e múltiplas vezes. E toda aprovação de remédio segue o mesmo padrao. Assim como ficou provado que cloroquina não funciona. Vc tomou?

  8. Felipe Vasconcelos

    Hélio e Joel têm formação em Filosofia. Conhecem bem a filosofia da ciência. Críticas pertinentes.

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  9. MARCIO OLIVEIRA

    Excelente texto Hélio. Realismo é sempre bom para porém os pés tocando o chão novamente.

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  10. DIRCE BUZATO

    Demorou para este colunista dar fora, o que lhe é peculiar. Não posso nem ver o nome dele. Deus me livre!

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    1. Claudio Gomes

      Ainda assim, vc lê e comenta.

  11. weber oliveira

    Pelo nível da dupla sertaneja articulistas, que são expert em ciências, Joel e Hélio....já já vamos chegar no modelo ES CO LA DE BA SE em cobertura cientifica.

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    1. weber oliveira

      Sou mais chegado na canabis

    2. Claudio Gomes

      Falou o fã da fosofoetalamina. Essa funciona né? E cloroquina tb.

  12. Thiago dos Santos Molina

    o grupo placebo, no caso da polilaminina, é uma das limitações do discurso estatístico-científico na Medician. Por um lado, ainda bem, pois limita muitos experimentos em seres humanos de remédios malucos e ineficazes. Por outro lado, não cabe placebo em situações como acidentes traumáticos em que a molécula precisa ser injetada antes de 72h. Nesse caso, ainda bem que existem outros métodos de pesquisa para além do "método ouro"

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  13. Gilberto Rosa

    Pra justo os conhecidos Helio e Joel atacarem a cientista brasileira, ai tem coisa. Deve ter laboratório metido nessa.

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    1. Claudio Gomes

      Pensei que só os bolsonaristas atacassem a ciência. Vejo que os petistas tb atacam. Farinha do mesmo saco.

    2. Joel Pedt Silvestre

      Certamente ! Matou a pau. Duvido que alguém da FSP faça o contraponto. No mesmo dia dois artigos tentando desanimar o país , sem apresentar qualquer prova científica de que as evidências sejam frágeis realmente. Tem laboratórios nessa fumaça.

    3. Luciano Napoleão de Souza

      Vendidos eles são.

    4. Andre Pessoa

      Não é atacar. É falar a verdade.

    5. Gilberto Rosa

      Muita grana em jogo com esta descoberta.

  14. Edson Badra

    falou o especialista em agradar o chefe

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  15. THYRSO DE CARVALHO JUNIOR

    Não sou especialista em pesquisa científica, mas, pelo pouco que entendo, nem todo tratamento médico precisa de pesquisa científica RANDOMIZADA para ser reconhecido como eficaz. Além disso, como o tempo entre a ocorrência da lesão e a aplicação da polilaminina é fundamental, me parece uma crueldade a ideia de submeter uma pessoa com lesão medular recente a um engodo, placebo, com o risco de não lhe permitir uma segunda chance. Estou perturbado com o artigo. Desculpem-me se estou falando bobagem.

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    1. Priscilla Martinelli

      Não está não. li justamente isso. setia desumano dar pkacebo a uma pedsoa e a outra ser "salva". nesses casos não é feito dessa maneira

  16. José Cardoso

    Segundo a cientista, a melhora expontânea ocorre apenas em 10% dos pacientes. Assim, se seis de oito apresentaram melhora, pelas minhas contas, a chance disso ocorrer por mero acaso seria menor que uma em cem mil. Ponto para a molécula. Mas ainda assim, a amostragem é ainda bem pequena, e a falta de um grupo placebo um problema. A homeopatia por exemplo tem adeptos fervorosos, com muitas histórias de curas que acredito reais. Mas não passa pelo teste do placebo.

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    1. MIGUEL TANUS JORGE

      Não é tão simples assim.

  17. Luciano Napoleão de Souza

    A FSP escalou sua militância de redação para atacar a droga desenvolvida por uma brasileira para tratar a paraplegia. Matérias sofríveis escritas por quem não entende patavina do assunto. Só uma explicação para estes ataques: a cientista deve ter se posicionado como uma conservadora.

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    1. Claudio Gomes

      Pois a maioria dos ataques aqui vem justamente de conserva dores, que são notoriamente contra a ciência. Então a explicação eh outra: são pessoas de bom senso, que pensam de forma metódica e de acordo com normas aceitas. Não seria uma explicação melhor?

  18. Tania Ferreira

    Onde eu tenho que assinar caso aconteça comigo e eu não queira fazer parte do grupo placebo?

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    1. MIGUEL TANUS JORGE

      Em lugar nenhum. Para participardeste tipo de experimento você tem que concordar que a escolha será ao acaso. Se você não aceita entrar na pesquisa se não for com o medicamento a ser testado não há como participar dela.

  19. Laudgilson Fernandes

    se tem gente andando e que não andava, tá melhor que pastores das neopentacostais. E para quem está recuperando os moovimentos pode ser até milagre científico, o que vale é o resultado. Temer é um Silvério dos Reis, sempre será lembrado como um traidor.

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    1. Andre Pessoa

      O "resultado" tem que passar pelo teste do tempo. Não é tão simples.

  20. Rodrigo Flexa

    O Hélio enrola cinco parágrafos para não falar nada sobre a pesquisa em si, a qual não é da sua compreensão, assim como para a imensa maioria - e é óbvio que o estado do trabalho é inicial, mas a má vontade é evidente, até parece ranço com as universidades federais e tudo o que tem caráter público.

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    1. Valeria Cavalcanti Rolla

      Escrevi sobre essa matéria no Bluesky, e triste ver pessoas leigas comentando ciência pq não sabem nada e ainda repercutem a sua ignorância

  21. Alexandre Pereira

    De onde saiu essa? Jogral de colunas? Leiam os artigos sobre a pesquisa e chamem os especialistas na questão e não em opinião, para se manifestar.

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  22. Murilo Novaes

    Aqui, ensaio clinico parece melhor que caso controle, ou talvez outra análise....Não existe apneas caso controle como teste cientiífico!

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  23. Marcelo de Souza

    Foi só a doutora Tatiana Sampaio se encontrar com o Lula e denunciar que o corte de verbas das universidades federais feitos pelo Temer fez com que a patente do medicamento fosse perdida, a FSP escalou seus colonistas para questionar a pesquisa e seus efeitos. Tudo porque a FSP apoiou Temer incondicionalmente, odeia o Lula e quer a volta dos bozos.

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  24. José Ricardo Braga

    Precisa? - Teste cego é para verificar efeito placebo. Não acho que problemas na medula, que causam paralisia, estariam sujeitos a efeito placebo. Se estivessem seria a descoberta de outra forma de cura. Isso tornaria esta verificação inútil, inclusive o remédio também. Se é só ter fé que acontece o "levanta-te e anda"...

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    1. MIGUEL TANUS JORGE

      Isso mesmo, para eventos finais como a morte, o teste cego é menos importante do que para melhora de dor, por exemplo. Entretanto, provavelmente o resultado a ser avaliado não será algo evidente como andou sem apoio ou não. A avaliação provavelmente será de pequenos ganhos, e poderá ser facilmente influenciada pelo efeito placebo.

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