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Muito esclarecedor. Eu confesso que tenho simpatia pelo "patripassianismo". Seria algo como o princÃpio de conservação local na fÃsica. Se há uma redução de energia num ponto por exemplo, deve haver aumento em outros lugares, pois a energia total se conserva. Mas além disso, deve haver um fluxo de energia daquele ponto para as vizinhanças. Assim, a vinda de Cristo seria como o teletransporte do Mr. Spock da nave para um planeta, e o EspÃrito Santo o fluxo de energia entre os dois pontos :)
Até Galinha Pintadinha é uma ficção melhor escrita que essa.
Com tantos concÃlios e ilustres debatedores sobre as questões da vida, a humanidade continua desconhecedora da real finalidade da vida, seguindo por caminhos errados, semeando destruição e miséria. Em Niceia foram enterradas as noções sobre as várias existências do ser humano em diferentes corpos. Há milênios sabia-se que viria o Salvador, recusado. Também sobre a vinda do Filho do Homem, o Espirito Santo, formando a Trindade, com a missão de desencadear o fim do tempo das reencarnações.
Imagina o quanto já se sofreu, se matou por algo que não tem nenhuma base de veracidade. Ou melhor uma realidade criada a partir de crenças inúteis, de interesses escusos e poder.
Laudgilson Fernandes, e ainda hoje muitos sofrem e morrem, isto é, são mortos, exemplo, os governos do estado de Isreael, usa a crenca deles para justificar a usurpação do territorio palstino dos seus legÃtimos donos, o povo palstino, pois dizem que o deus deles deu esse território só para eles e os nativos tem que sair de lá voluntariamente ou serem mortos.
Acho que Dan Brown é um farsante. Não deveria ser citado nem em receita de bolo de Santo Antônio.
Apenas escreve ficção sobre o assunto.
É só ficção.
Mas escreve histórias interessantes, com enredos intrigantes. Como já dito por leitor abaixo, é ficção.
Gostaria de analisar se algo mudou no ser humano com a existência de Jesus, porquanto a certeza da afirmação que seria novamente morto se ousar aparecer por esses dias, o que adianta mais uma crucificação? e mais outra, afinal quantos filhos de Deus precisaria morrer para se notar uma mudança na sociedade
Não conheço a série, cujos tÃtulos apresentados despertou-me o interesse. Gostaria de conhecer tudo sobre o tema, vez que o em tela muito me agradou.
Luiza Osorio, sugiro a ver a excelente série de televisão "From Jesus to Christ".
Os links estão no próprio post, na ordem de publicação, dê uma olhadinha por favor ;-)
O Cristianismo é uma religião reciclada, na medida em que teve suas divindades reescritas a partir de outros cultos antigos como; Thor, Zeus, Lúcifer, Hórus, Cristo, Apolo, são todos iguais, no Cristianismo Jesus foi acrescentado à religião pelo ramo que rompeu com o JudasÃsmo.
Ao contrário. Jesus fundou sim (e existiu segundo o consenso de historiadores). O judaÃsmo na época, fazia forte oposição ao cristianismo. Qualquer descrença em Cristo seria facilmente exposta pelos lÃderes judeus na época, bem como historiadores. Paulo foi pregador do cristianismo, como Pedro, Paulo e outros.
Pedro Vasco, Jesus não fundou a religião cristã, Paulo (Saulo) que nasceu por volta de 5 d.C. em Tarso, e que soube sobre Jesus depois que ele foi crucificado, foi quem saiu pregando os ensinamentos de Jesus e foi um dos fundadores mais importantes da religiao cristã.
Um exame da história cristã, e mais profundamente do judaÃsmo (que remonta há 4000 anos aproximadamente) você vai ver que não se trata de "religião reciclada". O judaÃsmo e o cristianismo não tem relação como o que você falou, até porque são religiões monoteÃstas. No entanto, Jesus realmente fundou uma nova religião.
Gosto muito de suas colunas, e esta série é excelente também. Historiadora interessante e também Elaine Page. Li um livro dela há anos sobre os conflitos e a escolha dos evangelhos, o que deixou de fora muitos considerados apócrifos mas mutÃssimo interessantes.
Boa dica, Marina, obrigada!
Maria Lopes, eu tambem gosto muito do livro da Elaine Page. Voce já assistiu o documentário de mil novecentos e noventa e oito, intitulado: From Jesus to Christ? Muito interssante, a Elaine Page é uma das pessoas entrevistadas.
Ela é realmente muito boa, referência nos estudos sobre o gnosticismo!
Muito bons os artigos publicados nesta Folha sobre o nascimento de Deus. Linguagem bem clara, objetiva, bem assentada em fatos e na história. Parabéns!
Interessante ver a construção da crença, as explicações para a construção e a solidificação da fé cristâ (mais especificamente a católica). Já indiquei sua coluna para meu afilhado que está na época da crisma.
Jesus criado antes do Cosmos, depois encarnado na Virgem Maria, com o corpo gerado sem a presença de São José ou outro homem, porém, a reencarnação (ideia que circulava no mundo judaico, inclusive) é abominada pelo Catolicismo. Então temos o Deus Pai e o Deus Filho como um só enlançados pelo EspÃrito Santo (cuja ideia guarda semelhanças com parte dos sentidos atribuÃdos à shekinah, judaica). Três que são diferentes, de natureza diferentes são um só. É para entender ou para acreditar? DifÃcil.
MonoteÃsta, certo: Deus pai, Deus filho, Deus EspÃrito Santo, um milhão de Deuses menores (os santos) mais a Virgem, mais querubins e serafins, mais... os gregos tinham menos
Foi por volta desse perÃodo que começou a surgir a igreja católica que conhecemos hoje e abraçada por Constantino. O cristianismo primitivo (primeiro e segundo séculos) jamais pensou em igualar Jesus a Deus (Filipenses 2:6). Uma pesquisa histórica na IA ou no Google mostra que a doutrina da trindade se desenvolveu depois. O fato de Jesus falar que ele e o pai eram um indica que são um no propósito, e não em pessoa. Sem falar que não se menciona o espÃrito santo (João 10:30).
Eu acho interessante que até hoje muitos que não são familiarizados com o mundo católico (e por extensão protestante, pois a maioria aceita a ideia de trindade) se assustam quando conto sobre a trindade. Como assim os três são deus? Jesus não é filho? E de fato é uma crença mitológica contraditória.
Dan Brown é só ficção.
Tomado, porém, como revelador de fatos ocultos sobre a história cristã por muitos de seus leitores. Por isso é importante desmistificá-lo.
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