Cotidiano > Condenado por estupro de menina é preso após desembargador rever decisão em MG Voltar
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Ãndios invadem um terminal com porretes na mão e o governo recua. Um tribunal julga um caso, as feministas chiam e a sentença eh revertida. O Brasil prova a cada dia que não eh mesmo um paÃs sério.
Acho estranho uma Defensoria Pública se posicionar "a favor" dos defendidos ( réus) Se como diz a reportagem não há variáveis atenuantes possiveis ( legais) para conjunção carnal com menor de 14 anos. Houve um argumento da Defensoria Pública que o Juiz / Desembargador teve q analisar pois recorrem da 1a. Instância. Se tudo isso que digo faz sentido A Defensoria Pública não está abusando irresponsável e ilegalmente da função? A " vergonha " fica só para o Desembargador ?
Absurdo o pai nao receber nenhuma penalidade, sóa mãe e a filha que preferia morar com a irmã, ser obrigada morar com o pai “ que consentiu o namoro”. Sabe se lá sobre qual justificativa. Ele não teria sido omisso também? Não é normal que uma menina procure sexo aos 12 anos, ela sempre é constrangida pelos homens.
A magistratura erra como todos nós erramos no dia a dia. No entanto, cabe aos cidadãos preparados para decidir, avaliar a legislação e determinar o cumprimento daquilo que é a lei. Se não tem competência não estabeleça e o que parece é que esse cara tem que ir para os serviços básicos da construção civil. Pára que eu quero descer!…
Matéria incompleta da Folha, assista o jornal nacional do dia 24 de fevereiro, eles mostraram fotos do juiz e divulgaram uma denúncia.
E as outras decisões do desembargador e do colega que absolveram o estuprador? O colega não falou nada. Se estão julgando a granel assim, como disse um outro, que achou "desconfortável" usar o "distinguish" para casos como esse, tudo nos últimos anos tem de ser revisto. Pelo jeito, vários homens estão abusando de crianças e sendo inocentados. Se o juiz que se disse "desconfortável" tiver caráter, vai informar em quais casos iguais seguiu a banda e inocentou estupradores.
O pior ainda, se é possÃvel ter pior ainda, é que a criança, como a nova prisão da mãe, foi morar com o pai, mesmo preferindo ficar com uma irmã mais velha. Ou seja, a Justiça local erra, erra e erra de novo. O pai autorizou o "namoro", segundo ela, com o estuprador. Óbvio que o pai não é a pessoa adequada para ficar com ela. Pode ser até um abusador, vendeu a filha por cestas básicas etc. Precisa ser gênio para não deixar mais esse erro acontecer? A justiça mineira é mesmo de lascar!
A Folha fez uma péssima matéria sobre o assunto, inclusive, omitindo que o abusador tinha passagens por homicÃdio e tráfico de drogas. A Gazeta do Povo, ao contrário, fez uma cobertura muito mais abrangente, o que propiciou ao leitor uma análise mais embasada sem correr o risco de ser induzido ao erro.
Justiça refém.
Após a repercussão do caso o sobrinho do Desembargador acusou o Tio juiz de estrupo. Ele voltou atrás de ajudar o seu comparsa de abuso de menor. A Folha pode avançar em sua matéria e atualizar o caso que foi repercutido na imprensa. Voltou atrás por covardia e leniência.
Que bom que houve uma revisão da sentença, mas a tragédia do caso permanece: uma menina mantendo relações sexuais com abusadores muito mais velhos, triste demais.
Desembargador desestrupador é pra entrar pra história da nossa triste magistratura.
Em que pese a repentina tomada de consciência do julgador, espero que essa decisão não iniba o poder Judiciário de apurar as graves acusações de conduta inapropriada que pesam contra ele, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, e nem empurre denúncias tão graves para debaixo do tapete.
A lógica do tribunal era: se vc não é virgem, é pÂ…ta. Se é puÂ…ta , azar o seu! Felizmente mudaram. Uma injustiça a menos. Mas que homens terrÃveis esses que deram a primeira sentença!
Senhora Luciana, são os defensores do "Deus, Pátria e FAMÃLIA".
Esse senhor deveria ir pra cadeia junto. Nojo
Consentimento da vÃtima, ou venda da menina, como uma mercadoria, cujo pagamento viria pela doação de cestas básicas.
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