Cotidiano > Especialistas apontam falhas técnicas em decisão que anulou absolvição por estupro em MG Voltar
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E um cara desse ganha mais do que dezenas de trabalhadores brasileiros, supostamente por fazer um trabalho sensÃvel e dificil.
Freud explica : identificação .
É o que acontece quando os aplicadores da lei agem guiado pelo brilho dos holofotes e orientados pelo berro da patrulha do politicamente correto. Perguntar não ofende: quem é que vai cuidar da vÃtima agora que o seu provedor e a mãe vão para o xadrez? Durma-se com um barulho desse.
Comentário muito infeliz, sem noção. Quer o que, Antonio? Que deixe a criança de 12 anos nas mãos do estupra dor pir achar que ela não terá para onde ir? É por causa deste tipo de raciocÃnio primitivo que temos tantos abusos e feminicidios. Acorda cara.
Quer dizer que não devemos punir porque o sujeito é o provedor da famÃlia? Então teremos que soltar muitos presos. Faça-me o favor. Que desculpinha esfarrapada.
Pois é né Antonio, só faltou você concluir seu raciocinio dizendo que a verdadeira culpada foi a menina, que estava la, no lugar errado, na hora errada com a pessoa errada. Só por deus mesmo.
Um erro atrás do outro. TJMG e CNJ apliquem a nepna existem na Lei a este relatório: simples assim!!! Basta retirar os atrasados da carreira de magistrado!
Quantos anos tem a vÃtima HOJE? Quem vai cuidar dela e do(s) filho(s), já que a mãe também foi presa? Por que ninguém na mÃdia trata disso?
Todos que absolveram o acusado deveriam ser expulsos, nunca mais julgar nada, nunca mais trabalhar com isso.
Na realidade o magistrado se comoveu com o criminoso pois viu nele um retrato de sua própria personalidade distorcida.
Caso-sÃntese da balbúrdia judicante (em todas as esferas) reinante no Brasil. Julgamento por 3 é invertido por apenas 1? Outra coisa: seria de presumir que o distinto desembargador houvesse estudado o assunto com o esmero que se esperava em um caso escabroso como esse e estivesse convicto de sua decisão. Pressionado, se desdisse. O inocentado (não inocente!) virou culpado por decisão singular, rompendo a colegialidade. IncrÃvel!
Nulidade plantada...? A anulação dos declaratórios, restabelecendo a absolvição (e seu ônus social) será então do STJ/STF ? Novo julgamento, quando a poeira abaixar, poderá manter a absolvição..?
Algo similar ocorreu no ano de 2012, quando a Ministra Maria Thereza de Assis Moura, em seu voto de relatoria, defendeu a absolvição de um homem adulto que mantinha relações sexuais com duas meninas de 12 anos. A Folha de SP foi um dos jornais que publicou a matéria. Será que o judiciário aprendeu algo?
A tecnicidade que salva a corrupção, a imoralidade e a vergonha.
Ah os tais especialistas da FSP. Representantes do andar de cima, que apoia esta turma fascista que ainda insiste em dar um golpe de estado. Onde estavam estes especialistas quando o estuprador foi absolvido? Vergonha da FSP e seu escancarado apoio à extrema direita fascista.
Só vai ficando pior.
Que interessante esses especialistas. Na decisão da absolvição não houve falha técnica. Mais interessante ainda é a fsp, não entrevistou nenhum especialista quando um juiz fez um malabarismo jurÃdico para interpretar uma das leis mais claras da nosso legislação .
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