Cotidiano > Vítima de estupro aos 12 anos está sob guarda do pai na zona rural de Minas Voltar

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  1. Caroline Tosini Tejas

    O que é isso, Brunno Luca? “Menina que, segundo a denúncia, foi estuprada?” Faça o favor de dar nome aos bois e a devida seriedade aos fatos. Esses argumentos são medíocres e inverídicos. Trata-se de uma criança e o crime se chama estupro de vulnerável.

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  2. Eliana Atihe

    A mãe expôs a filha, assim como as mães das vítimas de Epstein e seus comparsas. Menos mal que o pai decidiu cumprir seu papel…

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    1. Francisco Neto

      Eliana, não dá para saber o certo ainda, mas a visão que tenho é que nesse caso o pai foi tão omisso com essa menina quanto à mãe.

  3. DANIEL BRANDAO

    Uma matéria anterior havia dito que ela atualmente tem 27 anos! Não dá para entender mais nada

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    1. Francisco Neto

      Esse é outro caso, na Internet misturaram um com outro.

  4. Maria José Persevalli

    O caso ja é horrível por si só, mas as matérias "jornalisticas" são ainda pior. Agora apareceu um pai. Onde ele estava quando a menina passou a morar com esse adulto? Ele tinha conhecimento do fato, tomou alguma providência? Desembargador passando vergonha, mãe e abusador presos. O pai omisso vai ficar por isso mesmo?

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    1. Francisco Neto

      Maria, tenho essa mesma visão quanto ao país, posso estar errado, está tudo em segredo de justiça, mas me parece que o pai foi tão omisso quanto à mãe.

    2. Eliana Atihe

      Vc leu? Ela vivia com a mãe.

  5. jose camargo

    A FSP deveria parar de escrever sobre esse caso. A cada matéria a emenda fica muito pior que o soneto.

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    1. Roberto Solino

      Não tem como a IA fazer melhor. Trabalhando com zero informação, ela alucina.

  6. Samy Duarte

    Matéria escrita por IA com zero revisão.

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  7. Flavia Dias

    A redação da folha está colapsando. Tenho visto matérias com texto impossíveis de entender, com erros básicos de redação. Alguém precisa ler antes de publicar.

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  8. Regina Porto Valença

    Que matéria ruim! Confusa. O leitor não sabe o tempo exato do acontecimento, a posição do pai que até há pouco nem era citado.. Acho que o "estagiário" das piadas dessa vez fez mesmo a matéria.

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  9. SWITLANA NOWIKOW

    Pena que "copia e cola" não funciona aqui, senão copiaria as matérias onde estava, sim, escrito e assinado que o caso ocorreu há 15 anos. De tanto ler e ouvir depois que foi em 2024, me convenci. Que tal o diretor dar suas aulas de jornalismo primeiro para os funcionários, ou, quem sabe, alimentar melhor a sua IA de estimação.

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  10. MARIA CECILIA C SILVA

    A Folha fica pinçando os fatos e jogando ao público meramente para provocar indignação. Publica logo o acórdão ou fornece o link. Não é possível que um caso desse seja exposto como um quebra-cabeças para o leitor.

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    1. Roberto Solino

      O problema é que a Folha muda dados e fatos em cada matéria. Parece que a IA está pegando informação nas redes sociais e criando matérias com elas. Numa matéria a menina é adulta e mãe de família, na outra tem 14 anos, em outra tem 12. O cara, ora tinha 20 anos na época dos fatos, outras 35, ou tem 35 anos hoje. Em uma matéria, ela é casada com o cara, noutra mora com o pai, em outras nem existe pai. Uma vergonha jornalística.

    2. MARIA CECILIA C SILVA

      A reprodução do acórdão sem os dados sensíveis, isto é, ocultando os dados que identificariam as partes, não fere o segredo de justiça. Fosse de outro modo, a matéria nem sequer poderia ser veiculada.

    3. Antonio Ribeiro

      Concordo que a matéria é ruim. Jornalistas cometem erros crassos quando tentam interpretar o Direito, já que são jejunos na matéria. Mas, publicar o Acórdão é impossível, porque há segredo de justiça.

  11. Mônica Casarin Fernandes Elsen

    Tem algo errado na matéria. Se for o mesmo caso do desembargador Nagib, o caso teria ocorrido a 15 anos atrás, não? As informações que estou lendo, em diferentes jornais, estão confusas. Vocês precisam apura melhor as informações antes de publicar.

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  12. Alexandre Pereira

    Primeira reportagem bem detalhada. Agora sabemos como a menina será mantida, além da punição dos responsáveis pelo crime.

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  13. Larissa Nunes

    Como assim "teria sido"? Depois de tudo o que se revelou sobre o caso, após julgamento concluído? O jornalista compartilha da tese de relação afetiva estabelecida?

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    1. Samy Duarte

      Relativizar ou tentar emplacar que a relação foi consentida mesmo com o código penal afirmando o contrário.

    2. louzemar laus

      Absurda a frase "teria sido estuprada". É esse o pensamento da folha ou so do jornalista irresponsavel que escreve esse absurdo?!! Nao existe duvidas neste caso. O proprio desembargador ja voltou atras na decisao equivocada dele. Colocar qualquer expressao de duvida neste caso é contribuir para a vergonhosa e perversa estatística de estupro de vilneraveis no Brasil! Por favor, redação e revisores, seria bom corrigir esse desserviço urgente!!!!

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