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Marcos Barbosa
Se o casino tivessem apoiado a ideia do Abílio Diniz com certeza hoje a história seria outra .
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Mário Sérgio Mesquita Monsores
Caro pra dedeu
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Itamar Perenha
Tudo que sobe um dia desce. O problema é o ritmo da descida e como retomar a decolagem. Abílio Diniz era a alma do grupo. Criador de caso, brigava com o franceses, mas mantinha tudo funcionando. Como se foi, não deixou substituto capaz. Deu no que deu. Creio que não vai decolar mais e isso é uma pena!
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JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO
Destruíram a empresa. É visível a decadência, a mudança de foco das lojas, para pior. Uma pena!
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Jair Pereira
Varejo é uma missão de vida. Varejo não se faz de dentro de um Escritório da Faria Lima, Varejo não se faz apenas com nome, com Influencers, com Mídia . Varejo é alma, é coração, é pisar no chão de loja, é olhar cada mínimo detalhe, cada centavo, é uma Ciência, é relação humana direta, presencial. Por 39 anos vivi neste segmento, e posso falar porque vi, vivi, errei, acertei; fiz , desfiz,; defendi, acusei; avancei, voltei atrás, desisti, retomei. Enfim não há cartilha.
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jose prado
Coelho Diniz foram flagrados em sonegação em MG, sabiam?
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Benedito Almeida Prado
Os acionistas foram jogados as traças pelos gestores, recuperar a confiança será hercúleo
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Maria Olivia de Moraes Jardim Lamaziere
Não me surpreende. O Pão de Açúcar era líder do setor e vendia produtos de qualidade. Com essa administração, passei a me sentir num supermercado da antiga União Soviética, uma marca só e inferior. Venderam o Extra. Péssima administração.
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João Francisco dos Santos
Depois que p grupo Cassino assumiu o controle do GPA, o atendimento aos clientes foi piorado, demitiram os diretores das lojas locais e centralizaram nas capitais. Os novos "gerentes" locais não tinham poder de decisão. Lojas mal cuidadas. Para piorar, a atenção aos locatàrios das lojas das galerias também foi péssima. Aumento de despesas, falta de interlocução. Deu nisso...
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Maria Olivia de Moraes Jardim Lamaziere
Um absurdo o que fizeram com o Pão de Açúcar, era o supermercado líder com produtos de qualidade. Criaram uma marca própria, com produtos inferiores e em pacotes menores. Nunca mais fui lá. Acabaram com o Extra. Exemplo de ma administração.
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Luís Santiago Málaga
O casino é como se fosse um fundo? Se for é a clássica historia do fundo que compra empresas boas e saudáveis , afasta sócios fundadores competentes e identificados com a empresa, esgota a empresa, só pensa no lucro, sem pensar no projeto de longo prazo e construção de robustez. Alô roteiristas: o Succession brasileiro está no ar
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Waldemar Stocco
pão de açúcar era na época do Abílio Diniz, os franceses do casino foram extrañamente in com pe tentes, acabaram com o melhor que o PA tinha, variedade, a peixaria que tinha em várias lojas, e a oferta de produtos diferenciados, resta agora saber se o novo controlador (família Coelho Diniz} consegue mudar a situação.
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Marcelo Batista
Este francês incompetente brigou pelo controle do grupo que realmente estava em contrato, mas não tinha um centésimo da competência de Abílio Diniz. Só fez fezes
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João Aris Kouyoumdjian
Temos muitos problemas a resolver no setor público. A iniciativa privada tem os seus e o destino a eles pertence. O GPA está em franco declínio. Há um lugar em São Paulo com um PA e outro concorrente defronte. Os preços são iguais, mas o concorrente fica lotado pelo bom atendimento e cortesia, que não ocorre no PA.
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Daniel Choma
Típico caso de empresa comprada para ser quebrada. Desfaz ativos, assume dívidas, faz negócios obscuros jamais investigados... E aí pede recuperação judicial pra evitar os credores. Eis o big money do mercado financeiro a espoliar a economia real. No meio disso tudo, é certo que os tais CEOs devem estar ganhando muito, muito bem.
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