Comente*

* Apenas para assinantes

comentários

Os comentários não representam a opinião do jornal; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. Marcos Barbosa

    Se o casino tivessem apoiado a ideia do Abílio Diniz com certeza hoje a história seria outra .

    Responda
  2. Mário Sérgio Mesquita Monsores

    Caro pra dedeu

    Responda
  3. Itamar Perenha

    Tudo que sobe um dia desce. O problema é o ritmo da descida e como retomar a decolagem. Abílio Diniz era a alma do grupo. Criador de caso, brigava com o franceses, mas mantinha tudo funcionando. Como se foi, não deixou substituto capaz. Deu no que deu. Creio que não vai decolar mais e isso é uma pena!

    Responda
  4. JOSE PADILHA SIQUEIRA NETO

    Destruíram a empresa. É visível a decadência, a mudança de foco das lojas, para pior. Uma pena!

    Responda
  5. Jair Pereira

    Varejo é uma missão de vida. Varejo não se faz de dentro de um Escritório da Faria Lima, Varejo não se faz apenas com nome, com Influencers, com Mídia . Varejo é alma, é coração, é pisar no chão de loja, é olhar cada mínimo detalhe, cada centavo, é uma Ciência, é relação humana direta, presencial. Por 39 anos vivi neste segmento, e posso falar porque vi, vivi, errei, acertei; fiz , desfiz,; defendi, acusei; avancei, voltei atrás, desisti, retomei. Enfim não há cartilha.

    Responda
  6. jose prado

    Coelho Diniz foram flagrados em sonegação em MG, sabiam?

    Responda
  7. Benedito Almeida Prado

    Os acionistas foram jogados as traças pelos gestores, recuperar a confiança será hercúleo

    Responda
  8. Maria Olivia de Moraes Jardim Lamaziere

    Não me surpreende. O Pão de Açúcar era líder do setor e vendia produtos de qualidade. Com essa administração, passei a me sentir num supermercado da antiga União Soviética, uma marca só e inferior. Venderam o Extra. Péssima administração.

    Responda
  9. João Francisco dos Santos

    Depois que p grupo Cassino assumiu o controle do GPA, o atendimento aos clientes foi piorado, demitiram os diretores das lojas locais e centralizaram nas capitais. Os novos "gerentes" locais não tinham poder de decisão. Lojas mal cuidadas. Para piorar, a atenção aos locatàrios das lojas das galerias também foi péssima. Aumento de despesas, falta de interlocução. Deu nisso...

    Responda
  10. Maria Olivia de Moraes Jardim Lamaziere

    Um absurdo o que fizeram com o Pão de Açúcar, era o supermercado líder com produtos de qualidade. Criaram uma marca própria, com produtos inferiores e em pacotes menores. Nunca mais fui lá. Acabaram com o Extra. Exemplo de ma administração.

    Responda
  11. Luís Santiago Málaga

    O casino é como se fosse um fundo? Se for é a clássica historia do fundo que compra empresas boas e saudáveis , afasta sócios fundadores competentes e identificados com a empresa, esgota a empresa, só pensa no lucro, sem pensar no projeto de longo prazo e construção de robustez. Alô roteiristas: o Succession brasileiro está no ar

    Responda
  12. Waldemar Stocco

    pão de açúcar era na época do Abílio Diniz, os franceses do casino foram extrañamente in com pe tentes, acabaram com o melhor que o PA tinha, variedade, a peixaria que tinha em várias lojas, e a oferta de produtos diferenciados, resta agora saber se o novo controlador (família Coelho Diniz} consegue mudar a situação.

    Responda
  13. Marcelo Batista

    Este francês incompetente brigou pelo controle do grupo que realmente estava em contrato, mas não tinha um centésimo da competência de Abílio Diniz. Só fez fezes

    Responda
  14. João Aris Kouyoumdjian

    Temos muitos problemas a resolver no setor público. A iniciativa privada tem os seus e o destino a eles pertence. O GPA está em franco declínio. Há um lugar em São Paulo com um PA e outro concorrente defronte. Os preços são iguais, mas o concorrente fica lotado pelo bom atendimento e cortesia, que não ocorre no PA.

    Responda
  15. Daniel Choma

    Típico caso de empresa comprada para ser quebrada. Desfaz ativos, assume dívidas, faz negócios obscuros jamais investigados... E aí pede recuperação judicial pra evitar os credores. Eis o big money do mercado financeiro a espoliar a economia real. No meio disso tudo, é certo que os tais CEOs devem estar ganhando muito, muito bem.

    Responda